Luz e sombra.
O comum, o normal, o habitual, não foram feitos para mim, eles simplesmente não se encaixam na minha vida, e o conflito só acontece quando eu tento ser alguém como os outros, com vida e caminho convencional.
Quando eu me libero para ser eu em plenitude, mesmo que eu não veja ninguém parecido comigo, então eu me sinto leve e nada se contradiz dentro de mim, e tudo fora de mim funciona de acordo.
Ontem os três escolhidos para vir aqui casa, foram Nippo, Ghyhad e Ju, o que era para ser uma simples noite de conversa, foi uma festa em todos os aspectos, vários tipos de entretenimentos, música, bebida, espiritualidade etc…
Saímos, e voltamos, ficamos juntos os quatro até meia noite e meia, muita coisa importante foi escutada ali, e muito elo foi reconhecido. Somos mesmo todos parte do todo.
A espiritualidade corre através do meu poder persuasivo e de carisma, para atingir todos aqueles que chegam até mim de diferentes formas, e quando penso sobre a influência que tenho sob as pessoas, a influência de filosofia e de espiritualidade, me causa emoção profunda, mas felizmente nenhum medo, porque tudo que escorre de mim e pinga nos meus próximos, é a verdade mais pura que até mim chega.
Mas eu também sou feito de carne, e vivo sim num limite entre a perdição e o encontro, as vezes mergulho no lado do caos literal e la me perco, mas basta alguns minutos para que a Luz me estenda a mão e eu a agarre, e volte ao meu caminho de Amor sob vontade.
Acredito que muitas vezes eu saiba exatamente, como Junqueira Freire se sentiu, em seus conflitos de vida, talvez por isso que eu admire tanto a sua literatura.
Logo mais um poema.
Amor é a lei, amor sob vontade.
Cristian Costa.




adeus ao comum, e um olá a caligula, pode-se assim dizer hahaha, gostei, aguardando o poema