Estava tudo tenso desde o inicio,eu estava irritado e decepcionado porque o imprevisto havia ocorrido, mas um dos meus guias me disse; “ faça com amor e não com ódio “, e eu simplesmente fiz, e tudo deu certo.
Por muito tempo eu desacreditei no poder do Bem, eu sou uma pessoa boa e sempre tentei não machucar os outros e a mim mesmo, é claro que muitas vezes falhei, porem o caminho do Bem sempre foi minha principal escolha.
Mas mesmo escolhendo o Bem eu sempre acreditei mais no poder do Mal.
O Mal parece mais forte porque ele não segue as regras que limitam a atuação do desejo.
Mas o que eu nunca percebi é que o Bem tem todas as regras ao seu favor, que o Bem só precisa ser acreditado, enquanto o Mal além de acreditado ele precisa que desacredite no bem também.
O Mal se faz confundir com o Bem, mas o ciúmes, o medo e o “tem que”; são os três grandes sinais da atuação do Mal.
O egoísmo sempre é doloroso, e a caridade verdadeira sempre recompensa, porque esta caridade é uma troca, onde quem doa se realiza. As trocas sinceras são naturais.
O amor sob vontade fez com que meu amor e paixão trabalhassem juntos, na noite de ontem.
O amor sob vontade fez com que a fogueira fosse acesa, com que eu tivesse a coragem de ter fé no Bem, e entrasse com firmeza e leveza nas entranhas da Grande Mãe, na noite escura da alma, na mata, no verde.
Meu velho amigo Douglas escreveu para mim, esses dias, e ele falava sobre acreditar e escolher o Bem, mantendo a possibilidade de se divertir com o Mal.
Ele estava certo, mas ele não estava vendo com tanta clareza quanto parecia, exatamente porque ele não soube escolher o Bem, porque como expliquei, o medo é uma das manifestações do Mal.
E o medo de ir alem, de buscar o seu tesouro, é sim, um grande Mal, porque nada vale mais que o amor, nem mesmo a ordem conformista de nossas vidas.
O amor não esta no que é convencionalmente seguro.
Mas os sinais sobre esta batalha épica entre Bem e Mal, e não estou falando de relativismo, existe em mim com um propósito especifico, e estou quase certo de que diz respeito a estagnação. Talvez este seja meu demônio pessoal mais bem alimentado por mim mesmo; a dúvida.
Mas se eu estou prestes a reconhece-lo e a caçá-lo, massacra-lo, com uma arma fatal chamada “ simplesmente fazer “, o que algumas vezes interpretamos como ousar, arriscar, desafiar o improvável.
O que eu interpreto como minha necessidade única. De Alma.
Cristian Costa.




Chorei….Acho que mexeu em alguns ferimentos…
Beijos iluminados!