Eu não ficarei perdendo tempo, quero mais é aproveitar a energia magnética que sinto sendo expelida dele. Ele gosta de fazer as coisas bem feitas e eu ganho muito com isso, porque tudo nele envolve qualidade, e eu nasci para o melhor. Para o grande, para a fartura do corpo e da alma.
Não temo ser claro, porque não existe graça no segredo que não é sugerido. E segredo guardado demais vira um fardo. Eu tenho aquela coisa de nascença de gostar de ostentação, e ele tem um conjunto de atributos que gosto de se ostentar. Eu faço pesquisa no corpo dele, eu gosto de explorar os pontos, eu gosto de me deliciar nas bordas.
Ele também gosta de meninas e eu gosto deste gosto dele. Eu também gosto de meninas, mas essa coisa funciona para mim como um fetiche. Eu gosto de pensar que elas os excitam, mas não busco que ele me veja como uma delas. A questão se resume em que ele me parece ainda mais potente, instigante e atrativo. Não gosto sensualmente dos gays nem dos heterossexuais, eles são fracos na minha concepção de tesão. Talvez uma hora dessas eu arrume uma menina para nós. Uma experiência. Cada padrão que é quebrado é um tesão que é conquistado, e quem não gosta de prazeres novos? Saciados?
Mas aquela ou aquele que merecer a possibilidade de brincar com o meu namorado, tem que estar dentro de um padrão, de qualidade, de sensualidade. Porque ele é o cara, e o melhor é a única coisa que ele precisa.










