Luz e sombras.
E então, Nippo, Akira e eu fizemos de tudo, para sentir aquilo tudo que foi dito e interagir com tudo aquilo que foi feito.
As asas de um de nós se abriu, enquanto outros viajaram distante.
As cervejas conversavam com a outra coisa que tínhamos, em características similares as da loucura, porem era coisa do espírito mesmo.
A assassina de demônios apareceu inesperadamente, trazendo espanto e certa comoção, e então o Akira se apaixona por ela, numa espécie de reencontro ancestral, iniciado pela nossa sincronia.
Eu matei ELE. E eu ouvi de meu amigo, que minhas amizades me amam mais que o ELE, e sem os interesses carnais.
Eu não sei o matei para aquele rito, ou se o matei para sempre. Mas ELE agora, não é visto, sentido, mais como antes. Não sei quanto ao depois.
Todos estiveram fora do seu estado comum, e cada um teve momentos de auto crença e de percepção da viagem do outro seguida de desconfiança da própria viagem.
Do que vivi, pouco posso escrever, porque mais ficaria fantasioso demais, para qualquer que não tenha estado com nós, nessa madrugada, na minha sala, com meus guias, dançando ludicamente com as quatro personalidades.
Deixo aqui um vídeo, para quem consegue captar.
Amor é a lei, amor sob vontade.
Cristian Costa.



